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A quem estamos servindo?


"Então os justos lhe responderão: Senhor, quando te vimos com fome e te demos de comer, ou com sede e te demos de beber? Quando te vimos como estrangeiro e te acolhemos, ou necessitado de roupas e te vestimos? Quando te vimos enfermo ou preso e fomos te visitar? O Rei responderá: Digo-lhes a verdade: o que vocês fizeram a algum dos meus menores irmãos, a mim o fizeram.”

(Mateus 25.37-40)

Seguir a própria consciência, sendo fiel ao que acreditamos, é bom. Mas devemos ter cuidado: podemos estar enganados e errar feio, apesar das boas intenções. Por exemplo: tratamos nossos filhos da maneira como acreditamos ser a melhor, segundo o que aprendemos, mas nem sempre os tratamos da melhor maneira! Às vezes descobrimos que fomos injustos, embora pretendêssemos ser justos. Podemos ser pais opressores, acreditando que estamos apenas dando limites. Ou o contrário, ser permissivos, acreditando que apenas estamos mostrando respeito à sua individualidade.

Como cristãos podemos cometer o mesmo tipo de erro – o erro bem intencionado. Podemos agir de certa maneira, acreditando que é como Deus espera, mas estarmos fazendo exatamente o oposto do que Ele gostaria. E se isso acontecer, acabaremos frustrados ao final e talvez decepcionados com Deus, quando o problema foi que nos iludimos em nossas ideias sobre Deus. Devemos ser humildes e suplicar a Deus que abra nossos olhos e nos livre de enganos. E também podemos prestar mais atenção ao que Jesus já disse ao que claramente afirmou sobre a vida de fé e serviço a Deus. E nela, o amor tem lugar central. É o aspecto fundamental de nossa fé. Amor a Deus sobre tudo e ao próximo como a nós mesmos.

“Vocês observam cada pequena regra e negligenciam a misericórdia e o amor” (Lc 11.42), foi o que Jesus disse aos fariseus e a outros religiosos orgulhosos da própria retidão e religiosidade. O grande apego que eles tinham as regras não tinham valor algum, porque negligenciavam o amor e a misericórdia. Sua firmeza e dedicação os piorava, tornando-os orgulhosos e cegos para a própria fraqueza. Devemos ter cuidado para que o mesmo não aconteça conosco! Devemos ter cuidado com as regras para que não se tornem uma armadilha. Elas são importantes mas, guarda-las não nos dispensa de amar. Por outro lado, se amarmos, naturalmente observaremos as regras que honram a Deus. É no amor e pelo amor que verdadeiramente podemos servir a Cristo. Pois na fé cristã, sem amor, nada tem valor!

ucs

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